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Saúde COVID-19

Vacinação: hora de pensar nos adolescentes e nas crianças

Com a fila da vacinação caminhando, autorização da ANVISA para uso da Pfizer até 12 anos e a ampliação das aulas presenciais para agosto, chegou a hora de incluir crianças e adolescentes no Plano de Vacinação

28/06/2021 11h32
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Por: DILMAN LIMA
Vacinação: hora de pensar nos adolescentes e nas crianças

A passos lentos o Brasil tem caminhado na vacinação contra a COVID-19 contando, principalmente, com o empenho e esforços locais de prefeitos e governadores. O calendário de vacinação já alcançou a faixa dos 18 anos, o que permite planejar algumas possíveis aberturas e retomadas, como a ampliação das aulas presenciais nas escolas para agosto. Não será hora de pensarmos sobre a imunização de crianças e adolescentes?

Já vacinamos idosos, inúmeros grupos prioritários, professores e profissionais da educação, portadores de deficiência, comorbidades e começamos a geração dos 40 anos - muitos, pais de crianças e adolescentes que frequentam as escolas. À medida que a fila avança e as prioridades são cuidadas, é preciso olhar para esta parcela da sociedade quase que esquecida neste tempo presente ao qual lutamos para viver - e sobreviver.

Ainda que não tenhamos vacinado, com as duas doses, nem 20% da população brasileira e com o envelhecimento crescente da mesma, crianças e adolescentes representam um percentual que supera 41% dos habitantes deste país, segundo dados da Fundação Abrinq de 2019.

São 68,8 milhões de meninos e meninas que precisam ter de volta seus direitos garantidos, como escola, desenvolvimento físico e mental, e saúde, e para isto também precisam estar vacinados. E só teremos mais segurança para avançar quando o Governo entender que eles também devem fazer parte do Plano Nacional de Vacinação, por uma razão muito simples e óbvia: são cidadãos como quaisquer outros.

"A vacinação é certamente uma das formas de atenuamos o dano trazido pela pandemia para esse grupo, que talvez seja o que sofreu mais seus efeitos", alerta o pediatra e sanitarista Daniel Becker. "Até o momento, a vacinação tem sido bem sucedida em gerar anticorpos com grande segurança, mas precisamos estar atentos ao surgimento de efeitos colaterais nos próximos meses. E devemos pensar também em outras formas de enfrentar o problema, como promover contatos sociais e aulas ao ar livre".

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